[Apoiadores] As Quatro Estações de Vivaldi
seg., 12 de out.
|Ig. Universitária Cristo Mestre - PUCRS
O maior clássico da música barroca apresentado em instrumentos barrocos autênticos
![[Apoiadores] As Quatro Estações de Vivaldi](https://static.wixstatic.com/media/ae5dfe_22426b55d765451099972fc22431de2a~mv2.jpg/v1/fill/w_980,h_685,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto/ae5dfe_22426b55d765451099972fc22431de2a~mv2.jpg)
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Horário e local
12 de out. de 2026, 20:00 – 21:30
Ig. Universitária Cristo Mestre - PUCRS, Av. Ipiranga, 6681 - Prédio 23 - Partenon, Porto Alegre - RS, 90619-900, Brasil
Informações
SINOPSE
A Bach Society Brasil volta a apresentar a íntegra de “As Quatro Estações”, de Vivaldi, executada com instrumentos barrocos autênticos. Compostos em 1723, Le quattro stagioni é um conjunto de quatro concertos para violino (La primavera, L’estate, L’autunno e L’inverno), cada um acompanhado de um soneto de autoria do próprio compositor.
A obra explora um processo de “pintura com a música”, característico do barroco italiano, em que Vivaldi transforma os poemas em música usando de experimentação e correspondências entre sons e imagens. No primeiro movimento da Primavera, por exemplo, o canto dos pássaros é figurado por rápidas passagens do violino solo; no segundo movimento, ouve-se no ostinato grave da viola o latido de um cão que acompanha um pastor adormecido. O concerto do Verão culmina em uma tempestade, cujos relâmpagos e trovões são traduzidos por arpejos abruptos e escalas descendentes. Já em Outono, Vivaldi descreve as festividades dos camponeses após a colheita evocando em um bordão a zampogna, instrumento pastoril típico das regiões rurais italianas. Por fim, o Inverno explora dissonâncias e figurazioni rápidas para evocar o tremor do frio e o desolamento das paisagens.
Abre o programa o brilhante Allegro da Sinfonia da ópera L’Olimpiade RV 725, estreada por Vivaldi no Teatro Sant’Angelo, em Veneza, no Carnaval de 1734. A ópera foi originalmente escrita sobre um dos libretos mais célebres de Metastasio, ambientado nos Jogos Olímpicos da Grécia antiga.
Sob direção musical de Fernando Cordella, o concerto é interpretado pelo Ensemble Bach Brasil, formado por músicos especializados em prática historicamente informada. Participa como solista o violinista Giovani dos Santos.
O sexagésimo sétimo concerto da série Bach Brasil é uma realização da Bach Society Brasil com co-produção da PUCRS Cultura, com financiamento dos mecenas e apoiadores da Bach Society Brasil. Conta com o apoio de Hertz Farmacêutica, Blueville, AOSINCA (Associação da Orquestra Sinfônica de Carazinho), Goethe-Institut, Instituto Ecossis, EROICA_música e Badermann Arquitetos.
PROGRAMA
Antonio Vivaldi (1678 – 1741)
Sinfonia da ópera “L’Olimpiade” RV 725
- Allegro
As Quatro Estações, Op. 8
Concerto No. 1 em Mi maior RV 269, “La primavera” (Primavera)
- Allegro
- Largo
- Allegro pastorale
Concerto No. 2 em Sol menor RV 315, “L’estate” (Verão)
- Allegro non molto
- Adagio e piano - Presto e forte
- Presto
Concerto No. 3 em Fá maior RV 293, “L’autunno” (Outono)
- Allegro
- Adagio molto
- Allegro
Concerto No. 4 em Fá menor RV 297, “L’inverno” (Inverno)
- Allegro non molto
- Largo
- Allegro
MÚSICOS
ENSEMBLE BACH BRASIL (com instrumentos de época)
Fernando Cordella, cravo e direção
Giovani dos Santos, solista
Violino I
Letizia Roa (SP), spalla
Marcus Held (SP)
Dhouglas Umabel
Violino II
Márcio Cecconello
Vinícius Nogueira
Carlos Sell
Viola
João Senna
Violoncelo
Diego S. Biasibetti
Violone
Ezequiel de Paula
Teorba
Dolores Costoyas (Buenos Aires)
BIOGRAFIAS DOS SOLISTAS
GIOVANI DOS SANTOS
violino barroco
Giovani dos Santos é spalla do Bach Brasil Ensemble, Orquestra de Câmara da ULBRA e Orquestra Sinfônica de Carazinho, além de integrar a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, transitando entre os universos do violino barroco e moderno.
Vem colecionando gravações de performance historicamente informada no violino barroco desde 2016, ao lado de nomes como Ricardo Kanji, Fernando Cordella, Luís Otávio Santos, entre outros.
Entre suas últimas gravações estão em destaque os solos do Concerto de Brandemburgo no. 5 de Johann Sebastian Bach e do Concerto em Lá menor para violino e orquestra do mesmo compositor, ambas pelo projeto Bach Brasil.
Sua formação acadêmica passa pela UFSM e UFRGS tendo orientação de professores como Yara Vieira, Fredi Gerling e Hella Frank.
FERNANDO CORDELLA
direção artística e cravo
É considerado um dos cravistas mais ativos de sua geração na América Latina. Em 2015 recebeu o prêmio TOYP JCI Brasil como a figura mais expressiva no Brasil do ano, na categoria “Êxito Cultural”. Diretor artístico da Sociedade Bach Brasil, Confraria Música Antiga StudioClio e Orquestra Sinfônica de Carazinho. Desde 2016, é o professor da classe de cravo da EMMSP – Escola Municipal de Música de São Paulo e um dos coordenadores da Oficina de Música Barroca da mesma instituição.
Tem atuado fortemente como solista e maestro convidado nas principais orquestras do Brasil e exterior. Atuou sob direção de: Peter van Heyghen, Nathalie Stutzmann, Luiz Otávio Santos, Michaela Comberti, Olivia Centurioni, Bart Naessens, Roman Garrioud, Juan Manuel Quintana, Rodolfo Richter, entre outros.
Iniciou seus estudos com a pianista Dirce Knijnik, e no cravo teve Nicolau de Figueiredo como seu principal mestre. Vencedor do Prêmio Açorianos 2011 como melhor intérprete da categoria música erudita pelo disco "CRAVOS - de Frescobaldi a Mozart" pelo selo StudioClio.
FICHA TÉCNICA:
Presidente da Bach Society Brasil: Bernardo Frederes Krämer Alcalde
Direção artística: Fernando Cordella
Direção executiva e de comunicação: Caio Amon
Produção: Magali de Rossi
Assistente de direção artística: Diana Danieli
Comunicação: EROICA_conteúdo
Registros e design gráfico: Marcelo Freire
Apoio: PUCRS Cultura, AOSINCA (Associação Orquestra Sinfônica de Carazinho), Hertz Farmacêutica, Blueville, Goethe Institut, Instituto Ecossis, EROICA_música e Badermann Arquitetos Associados.
Financiamento: mecenas e apoiadores da Bach Society Brasil
MECENAS
Arthur Hertz • Fernando Antonio Abreu e Silva • Gilberto Schwartsmann • Jonas Badermann de Lemos • Marcos Lisboa • Nara B. Sirotsky • Nelson Pacheco Sirotsky • Nelson Sirotsky Dvoskin • Sonia Pacheco Sirotsky
PATRONOS
Alexandre Schmidt Nanni • Bernardo Frederes Krämer Alcalde • Clarisse Schneider • Doris Maria Schneider • Maria Zelia Peretti • Ney Calazans • Valeska Fasolo
BENFEITORES
Aderbal Amorim • Ana Gorini da Veiga • Ana Rachel Salgado • Angelo Alberto Viero • Beatriz Tavares Franciosi • Catia Olivier Mello • Claudia J. Schneider • Fernanda Chiarello Stedile • Flávio Shansis • Guido Mombelli • Heloísa Lima Abreu • João Fernando Prado • João Paulo Bittencourt Cardozo • Judith Martins-Costa • Laura Fleck • Lenita Wannmacher • Marcelo Goldani • Marcelo Gus • Marisa Eizirik • Mauro Pontes • Miguel Fayet Trein • Patrícia Rondini • Paulo Mello Prestifilippo • Raul Hartke • Ricardo Barbosa Lima Faria Corrêa • Sergio Lewkowicz • Simoni Silveira
AMIGOS
Artur Mello Pechansky • Carmen Citrin • Clara Pechansky • Cláudia Beylouni dos Santos • Dania Damiani Branco • Elda Pires • Eneida Iankilevich • Erica Schultz • Fausto Alcalde Junior • Flávio Ricardo Souto de Abreu Fialho • João Luiz Franciosi • José Roberto Goldim • Luciana Karine de Souza • Márcia Santana Fernandes • Maria Cristina Garcia Vasconcellos • Maria Eunice Maciel • Maria Helena Bezerra Cavalcanti Rockenbach • Maria Regina Rau Souza • Maria Salete Chiuchetta • Milton Ribeiro • Monica Aner • Monika Flores Vieira • Náira Michel • Regina Michelon • Regina Orgler Sordi • Roger Lerina • Stephan Hoffmann • Tânia Fernandes Rota Gomez • Terezinha Licks • Théo Amon • Vera Muller
Ingressos
De R$ 0,00 até R$ 320,00
