[APOIADORES] VIVALDI - Armonia e Invenzione
seg., 20 de jul.
|Ig. Universitária Cristo Mestre - PUCRS
Orquestra barroca apresenta obras de instrumentais de Vivaldi e a Cantata BWV 199 de Bach.
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Horário e local
20 de jul. de 2026, 20:00
Ig. Universitária Cristo Mestre - PUCRS, Av. Ipiranga, 6681 - Prédio 23 - Partenon, Porto Alegre - RS, 90619-900, Brasil
Informações
A Bach Society Brasil apresenta um concerto dedicado a uma das relações mais fascinantes da história da música: a influência de Antonio Vivaldi sobre o jovem Johann Sebastian Bach. O programa reúne dois concertos do veneziano e uma cantata de Bach, interpretados com instrumentos barrocos pelo Ensemble Bach Brasil sob a direção do cravista Fernando Cordella, e tem como solista convidado o flautista italiano Michele Favaro.
Abrem o programa duas obras de Vivaldi (1678–1741), o lendário “Padre Vermelho” que deu forma definitiva ao concerto barroco. O Concerto para flauta traverso em Sol maior RV 436 mostra o compositor como um dos pioneiros no uso do traverso (a flauta transversal barroca), que será tocado em instrumento de época pelo flautista italiano Michele Favaro.
Em seguida, oConcerto em Ré menor RV 565, da célebre coleçãoL’estro armonico: a obra que o jovem Bach estudou e copiou de próprio punho, chegando a transcrevê-la para órgão. Será apresentada em sua versão original, paradois violinos e violoncelo barrocos, com Giovani dos Santos, Márcio Cecconello e Marlise Goidanich.
A segunda parte traz uma obra de Bach (1685–1750) que representa perfeitamente o estilo italiano incorporado pelo compositor alemão: a cantata-solo Mein Herze schwimmt im Blut (“Meu coração nada em sangue”) BWV 199. Escrita em Weimar por volta de 1714, seus oito movimentos vão do desespero mais profundo à alegria exultante, e mostram como Bach abraçou a ária da capo e a dramaturgia da ópera italiana. A soprano Marília Vargas (Brasil/Suíça) é acompanhada pelo oboé obbligato — também de Michele Favaro — e com as cordas do Ensemble Bach Brasil, sob direção de Fernando Cordella.
O sexagésimo quinto concerto da série Bach Brasil é uma realização da Bach Society Brasil com co-produção da PUCRS Cultura, com financiamento da PUCRS e dos mecenas e apoiadores da Bach Society Brasil. Conta com o apoio de Laboratório Hertz, AOSINCA (Associação da Orquestra Sinfônica de Carazinho), Goethe-Institut, Instituto Ecossis, EROICA_música e Badermann Arquitetos.
PROGRAMA
Antonio VIVALDI (1678 – 1741)
Concerto per Flauto Traverso e Orchestra in Sol Maggiore RV 436
- Allegro
- Largo
- Allegro
Concerto in Re minore RV 565 – L’Estro Armonico
- Allegro
- Adagio e Spiccato
- Allegro
- Largo e Spiccato
- Allegro
Johann Sebastian BACH (1685 – 1750)
Cantata “Mein Herze schwimmt im Blut” BWV 199
- Recitativo: Mein Herze schwimmt im Blzut
- Ária: Stumme Seufzer, stille Klagen
- Recitativo: Doch Gott muss mir gnädig sein
- Ária: Tief gebückt
- Recitativo: Auf diese Schmerzensreu
- Coral: Ich, dein betrübtes Kind
- Recitativo: Ich lege mich in diese Wunden
- Ária: Wie freudig ist mein Herz
SOLISTAS
Fernando Cordella, cravo e direção
Michele Favaro(Milão), traverso
Marília Vargas(Brasil/Suíça), soprano
Giovani dos Santos, violino barroco
Márcio Cecconello, violino barroco
Marlise Goidanich, violoncelo barroco
ENSEMBLE BACH BRASIL (com instrumentos de época)
Violino I
Giovani dos Santos
Vinicius Nogueira
Dhouglas Umabel
Violino II
Márcio Cecconello
Renata Bernardino
Carlos Sell
Viola
João Senna
Violoncelo
Marlise Goidanich
Violone
Ezequiel de Paula
Traverso e Oboé
Michele Favaro (Itália)
BIOGRAFIA DOS SOLISTAS
MICHELE FAVARO, traverso
Flautista e oboísta italiano, Michele Favaro é membro estável da Venice Baroque Orchestra, apresentando-se em salas como o Carnegie Hall e o Concertgebouw. Cofundador da Accademia di San Rocco em Veneza, possui vasta experiência em música veneziana e instrumentos de época. Sua discografia inclui gravações para selos como Sony Classical e Deutsche Grammophon.
MARÍLIA VARGAS, soprano
Reconhecida soprano, Marília Vargas atua regularmente em palcos da Europa, Ásia e Américas. Colaborou com grupos como La Capella Reial de Catalunya e OSESP, apresentando-se em salas como o Wiener Konzerthaus e o Gran Liceo de Barcelona. Formada em Canto Barroco pela Schola Cantorum Basiliensis e em Lied pelo Conservatório de Zurique, é também uma respeitada pedagoga em festivais internacionais.
GIOVANI DOS SANTOS, violino barroco
Spalla e solista da Bach Society Brasil e da Orquestra Sinfônica de Carazinho, Giovani dos Santos integra também as orquestras da ULBRA e Sinfônica de Porto Alegre. Especialista em violino barroco, colabora desde 2016 em performances historicamente informadas ao lado de nomes como Ricardo Kanji e Fernando Cordella. É bacharel pela UFRGS e aperfeiçoou-se com Michael Gehlmann e Emmanuele Baldini
MÁRCIO CECCONELLO
violino barroco
Mestre em Performance pela UFMG, o violinista Márcio Cecconello integra a OSPA e o Bach Brasil Ensemble. Com passagens pela Filarmônica de Minas Gerais e aperfeiçoamento na Áustria e EUA, atua no violino moderno e barroco. É também membro do Instituto de Artes Tristan, onde desenvolve projetos que unem música, filosofia e mitologia.
MARLISE GOIDANICH, violoncelo barroco
Brasileira, é graduada pela UFRGS e pela EMBAP, com especialização em violoncelo barroco pela Accademia de Milão e Conservatório de Novara. Vencedora de prêmios Açorianos e do Starlight 2025, colabora com renomados grupos de música antiga na Europa, como Ensemble Turicum e LaBarocca. Sua discografia abrange selos como Deutsche Harmonia Mundi e Glossa. Com vasta experiência docente no Brasil e na Itália, leciona desde 2018 na Scuola Civica di Bresso.
FERNANDO CORDELLA, direção artística e cravo
Considerado um dos cravistas mais ativos de sua geração na América Latina, Fernando Cordella é diretor artístico da Sociedade Bach Brasil e vencedor do Prêmio Açorianos 2011 como melhor intérprete de música erudita. Teve Nicolau de Figueiredo como seu principal mestre no cravo e tem atuado como solista e maestro convidado nas principais orquestras do Brasil e exterior. Desde 2016 é professor de cravo na Escola Municipal de Música de São Paulo.
CRÉDITOS
Presidente da Bach Society Brasil: Bernardo Frederes Krämer Alcalde
Direção artística:Fernando Cordella
Direção executiva e de comunicação:Caio Amon
Produção:Magali de Rossi
Assistente de direção artística:Diana Danieli
Comunicação: EROICA_conteúdo
Registros e design gráfico:Marcelo Freire
Apoio:Laboratório Hertz, AOSINCA (Associação da Orquestra Sinfônica de Carazinho), Goethe-Institut, Instituto Ecossis, EROICA_música e Badermann Arquitetos Associados.
Financiamento:PUCRS Cultura e os mecenas e apoiadores da Bach Society Brasil
MECENAS
Arthur Hertz
Fernando Antonio Abreu e Silva
Gilberto Schwartsmann
Jonas Badermann de Lemos
Marcos Lisboa
Nara B. Sirotsky
Nelson Pacheco Sirotsky
Nelson Sirotsky Dvoskin
Sonia Pacheco Sirotsky
PATRONOS
Alexandre Schmidt Nanni
Bernardo Frederes Krämer Alcalde
Clarisse Schneider
Doris Maria Schneider
Ney Calazans
Valeska Fasolo
BENFEITORES
Aderbal Amorim
Ana Gorini da Veiga
Ana Rachel Salgado
Angelo Alberto Viero
Catia Olivier Mello
Claudia J. Schneider
Fernanda Chiarello Stedile
Flávio Shansis
Guido Mombelli
Heloísa Lima Abreu
João Fernando Prado
João Paulo Bittencourt Cardozo
Judith Martins-Costa
Laura Fleck
Lenita Wannmacher
Marcelo Goldani
Marcelo Gus
Marisa Eizirik
Mauro Pontes
Miguel Fayet Trein
Patrícia Martins Moura Barrios
Patrícia Rondini
Paulo Mello Prestifilippo
Raul Hartke
Ricardo Barbosa Lima Faria Corrêa
Sergio Lewkowicz
Simoni Silveira
AMIGOS
Artur Mello Pechansky
Carmen Citrin
Clara Pechansky
Cláudia Beylouni dos Santos
Dania Damiani Branco
Elda Pires
Eneida Iankilevich
Erica Schultz
Fausto Alcalde Junior
Flávio Ricardo Souto de Abreu Fialho
João Luiz Franciosi
José Roberto Goldim
Luciana Karine de Souza
Márcia Santana Fernandes
Maria Cristina Garcia Vasconcellos
Maria Eunice Maciel
Maria Salete Chiuchetta
Maria Zelia Peretti
Milton Ribeiro
Monica Aner
Monika Flores Vieira
Náira Michel
Regina Orgler Sordi
Roger Lerina
Stephan Hoffmann
Tânia Fernandes Rota Gomez
Terezinha Licks
Théo Amon
Vera Muller
