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As Quatro Estações - Camaquã

qua., 28 de out.

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Teatro do Sesc de Camaquã

O maior clássico da música barroca apresentado em instrumentos barrocos autênticos. Entrada gratuita, com retirada de senha.

As Quatro Estações - Camaquã
As Quatro Estações - Camaquã

Horário e local

28 de out. de 2026, 19:30 – 21:00

Teatro do Sesc de Camaquã, R. Marcírio Dias Longarai, 01 - Centro, Camaquã - RS, 96785-168

Informações

ENTRADA

Entrada gratuita, com retirada de senha neste site.


SINOPSE

A Secretaria de Estado da Cultura apresenta um concerto da Bach Society Brasil com a íntegra de “As Quatro Estações”, de Vivaldi, executada com instrumentos barrocos autênticos.


Publicado em 1725, Le quattro stagioni é um conjunto de quatro concertos para violino (La primavera, L’estate, L’autunno e L’inverno), cada um acompanhado de um soneto atribuído ao próprio compositor. O compositor explora o processo de “pintura com a música”, característico do barroco italiano, em que emprega experimentação sonora para criar correspondências entre a música e as imagens descritas nos poemas. No primeiro movimento da Primavera, por exemplo, o canto dos pássaros é figurado por rápidas passagens do violino solo; no segundo movimento, ouve-se no ostinato grave da viola o latido de um cão que acompanha um pastor adormecido; no terceiro, um bordão grave evoca a zampogna, instrumento pastoril típico das regiões rurais italianas, na dança de ninfas e pastores. O concerto do Verão culmina em uma tempestade, cujos relâmpagos e trovões são traduzidos por arpejos abruptos e escalas descendentes. Já o Outono descreve, no primeiro movimento, as festividades dos camponeses após a colheita e, no último, uma caçada. Por fim, o Inverno explora dissonâncias e figurazioni rápidas para evocar o tremor do frio e o desolamento das paisagens.


Abre o programa o brilhante Allegro da Sinfonia da ópera L’Olimpiade RV 725, estreada por Vivaldi no Teatro Sant’Angelo, em Veneza, no Carnaval de 1734. A ópera foi originalmente escrita sobre um dos libretos mais célebres de Metastasio, ambientado nos Jogos Olímpicos da Grécia antiga.


Sob direção musical de Fernando Cordella, o concerto é interpretado pelo Ensemble Bach Brasil, formado por músicos especializados em prática historicamente informada. Participa como solista o violinista Giovani dos Santos.


O sexagésimo sétimo concerto da série Bach Brasil é uma realização da Bach Society Brasil, dentro do projeto “Luz e Sombra: A Estética Barroca em Música”. Patrocinado por Hertz Farmacêutica e Blueville, tem o apoio institucional do Consulado Geral da República Federal da Alemanha, Goethe-Institut, Instituto Ecossis, EROICA, Badermann Arquitetos Associados e Restaurante Via Imperatore. Este projeto tem financiamento do PRÓ-CULTURA, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.


PROGRAMA

Antonio Vivaldi (1678 – 1741)


Sinfonia da ópera “L’Olimpiade” RV 725

- Allegro


As Quatro Estações, Op. 8


Concerto No. 1 em Mi maior RV 269, “La primavera” (Primavera)

- Allegro

- Largo

- Allegro pastorale


Concerto No. 2 em Sol menor RV 315, “L’estate” (Verão)

- Allegro non molto

- Adagio e piano - Presto e forte

- Presto


Concerto No. 3 em Fá maior RV 293, “L’autunno” (Outono)

- Allegro

- Adagio molto

- Allegro


Concerto No. 4 em Fá menor RV 297, “L’inverno” (Inverno)

- Allegro non molto

- Largo

- Allegro


MÚSICOS

ENSEMBLE BACH BRASIL (com instrumentos de época)

Fernando Cordella, cravo e direção

Giovani dos Santos, solista


Violino I

Letizia Roa (SP), spalla

Marcus Held (SP)

Dhouglas Umabel


Violino II

Márcio Cecconello

Vinícius Nogueira

Carlos Sell


Viola

João Senna


Violoncelo

Diego S. Biasibetti


Violone

Ezequiel de Paula


Teorba

Dolores Costoyas (Buenos Aires)



BIOGRAFIAS DOS SOLISTAS

GIOVANI DOS SANTOS

violino barroco

Giovani dos Santos é spalla do Bach Brasil Ensemble, Orquestra de Câmara da ULBRA e Orquestra Sinfônica de Carazinho, além de integrar a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, transitando entre os universos do violino barroco e moderno.


Vem colecionando gravações de performance historicamente informada no violino barroco desde 2016, ao lado de nomes como Ricardo Kanji, Fernando Cordella, Luís Otávio Santos, entre outros.


Entre suas últimas gravações estão em destaque os solos do Concerto de Brandemburgo no. 5 de Johann Sebastian Bach e do Concerto em Lá menor para violino e orquestra do mesmo compositor, ambas pelo projeto Bach Brasil.

Sua formação acadêmica passa pela UFSM e UFRGS tendo orientação de professores como Yara Vieira, Fredi Gerling e Hella Frank.



FERNANDO CORDELLA

direção artística e cravo

É considerado um dos cravistas mais ativos de sua geração na América Latina. Em 2015 recebeu o prêmio TOYP JCI Brasil como a figura mais expressiva no Brasil do ano, na categoria “Êxito Cultural”. Diretor artístico da Sociedade Bach Brasil, Confraria Música Antiga StudioClio e Orquestra Sinfônica de Carazinho. Desde 2016, é o professor da classe de cravo da EMMSP – Escola Municipal de Música de São Paulo e um dos coordenadores da Oficina de Música Barroca da mesma instituição.


Tem atuado fortemente como solista e maestro convidado nas principais orquestras do Brasil e exterior. Atuou sob direção de: Peter van Heyghen, Nathalie Stutzmann, Luiz Otávio Santos, Michaela Comberti, Olivia Centurioni, Bart Naessens, Roman Garrioud, Juan Manuel Quintana, Rodolfo Richter, entre outros.


Iniciou seus estudos com a pianista Dirce Knijnik, e no cravo teve Nicolau de Figueiredo como seu principal mestre. Vencedor do Prêmio Açorianos 2011 como melhor intérprete da categoria música erudita pelo disco "CRAVOS - de Frescobaldi a Mozart" pelo selo StudioClio.


FICHA TÉCNICA

Projeto: Luz e Sombra: A Estética Barroca em Música

Realização: Sociedade Bach Brasil

Patrocínio: Hertz Farmacêutica e Blueville

Apoio: Consulado Geral da República Federal da Alemanha, Goethe-Institut, Instituto Ecossis, EROICA, Badermann Arquitetos Associados e Restaurante Via Imperatore

Produção Cultural: Conecta Cultura

Comunicação: EROICA

Financiamento: PRÓ-CULTURA, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.


Presidente da Bach Society Brasil: Bernardo Frederes Krämer Alcalde

Direção artística: Fernando Cordella

Direção executiva e de comunicação: Caio Amon

Produção: Conecta Cultura

Assistente de direção artística: Diana Danieli

Comunicação: EROICA_conteúdo

Registros e design gráfico: Marcelo Freire

Ingressos

R$ 0,00

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