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As Quatro Estações de Vivaldi

qui., 29 de out.

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Ig. Universitária Cristo Mestre - PUCRS

O maior clássico da música barroca apresentado em instrumentos de época

Os ingressos ainda não estão à venda
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As Quatro Estações de Vivaldi
As Quatro Estações de Vivaldi

Horário e local

29 de out. de 2026, 20:00 – 21:30

Ig. Universitária Cristo Mestre - PUCRS, Av. Ipiranga, 6681 - Prédio 23 - Partenon, Porto Alegre - RS, 90619-900, Brasil

Informações

INGRESSOS

A bilheteria abrirá em breve. Inscreva-se e seja notificado.

SINOPSE

O concerto de Natal da Bach Society Brasil apresenta a íntegra de “As Quatro Estações”, de Vivaldi, com instrumentos barrocos.


Compostos em 1723, “Le quattro stagioni” é uma obra constituída por quatro concertos para violino — “La primavera”, “L’estate”, “L’autunno” e “L’inverno” — cada um acompanhado de um soneto de autoria do próprio compositor. O texto serve de programa narrativo para a música, repleta de experimentação e correspondências entre sons e imagens, em um processo de “pintura com a música” característico do barroco italiano.

Na interpretação do Ensemble Bach Brasil, o cravista Fernando Cordella evidencia os recursos expressivos de “As Quatro Estações” ao explorar efeitos pouco convencionais nos instrumentos da orquestra — sonoridades que surpreendem o público por seu caráter inusitado. A abordagem realça as imagens musicais concebidas por Vivaldi.


No primeiro movimento da “Primavera”, por exemplo, o canto dos pássaros é figurado por rápidas passagens do violino solo; no segundo movimento, ouve-se no ostinato grave da viola o latido de um cão que acompanha um pastor adormecido. O concerto do “Verão” culmina em uma tempestade, cujos relâmpagos e trovões são traduzidos por arpejos abruptos e escalas descendentes. Já em “Outono”, Vivaldi descreve as festividades dos camponeses após a colheita evocando em um bordão a zampogna, instrumento pastoril típico das regiões rurais italianas. Por fim, o “Inverno”explora dissonâncias e figurazioni rápidas para evocar o tremor do frio e o desolamento das paisagens.


Sob direção musical de Fernando Cordella, o concerto é interpretado pelo Ensemble Bach Brasil, formado por músicos especializados em prática historicamente informada. Participa como solista o violinista Giovani dos Santos e o Ensemble Vocal.



SOLISTAS

Fernando Cordella, cravo e direção 

Giovani dos Santos, violino barroco



PROGRAMA


Antonio Vivaldi (1678 – 1741)

Concerto No.1 em Mi maior RV 269, "La primavera" (Primavera)

Allegro

Largo

- Allegro Pastorale


Concerto No.2 em Sol menor RV 315, "L'estate" (Verão)

- Allegro non molto

Adagio e piano - Presto e Forte

- Presto


Concerto No. 3 em Fá Maior  RV 293, "L'autunno" (Outono)

- Allegro

- Adagio molto

- Allegro


Concerto No. 4 em Fá menor RV 297, "L'inverno" (Inverno)

- Allegro non molto

- Largo

- Allegro


Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)

- Moteto BWV  230 “Lobet den Herrn, alle Heiden” 

(Louvai ao Senhor, todas as nações ), 


MÚSICOS

ENSEMBLE BACH BRASIL (com instrumentos de época)

Fernando Cordella, cravo e direção 




BIOGRAFIAS DOS SOLISTAS

GIOVANI DOS SANTOS

violino barroco


Giovani dos Santos é spalla do Bach Brasil Ensemble, Orquestra de Câmara da ULBRA e Orquestra Sinfônica de Carazinho, além de integrar a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, transitando entre os universos do violino barroco e moderno.


Vem colecionando gravações de performance historicamente informada no violino barroco desde 2016, ao lado de nomes como Ricardo Kanji, Fernando Cordella, Luís Otávio Santos, entre outros.


Entre suas últimas gravações estão em destaque os solos do Concerto de Brandemburgo no. 5 de Johann Sebastian Bach e do Concerto em Lá menor para violino e orquestra do mesmo compositor, ambas pelo projeto Bach Brasil.

Sua formação acadêmica passa pela UFSM e UFRGS tendo orientação de professores como Yara Vieira, Fredi Gerling e Hella Frank.



FERNANDO CORDELLA

direção artística e cravo


É considerado um dos cravistas mais ativos de sua geração na América Latina. Em 2015 recebeu o prêmio TOYP JCI Brasil como a figura mais expressiva no Brasil do ano, na categoria “Êxito Cultural”. Diretor artístico da Sociedade Bach Brasil, Confraria Música Antiga StudioClio e Orquestra Sinfônica de Carazinho. Desde 2016, é o professor da classe de cravo da EMMSP – Escola Municipal de Música de São Paulo e um dos coordenadores da Oficina de Música Barroca da mesma instituição.

 

Tem atuado fortemente como solista e maestro convidado nas principais orquestras do Brasil e exterior. Atuou sob direção de: Peter van Heyghen, Nathalie Stutzmann, Luiz Otávio Santos, Michaela Comberti, Olivia Centurioni, Bart Naessens, Roman Garrioud, Juan Manuel Quintana, Rodolfo Richter, entre outros.

 

Iniciou seus estudos com a pianista Dirce Knijnik, e no cravo teve Nicolau de Figueiredo como seu principal mestre. Vencedor do Prêmio Açorianos 2011 como melhor intérprete da categoria música erudita pelo disco "CRAVOS - de Frescobaldi a Mozart" pelo selo StudioClio.




FICHA TÉCNICA:

Presidente da Bach Society Brasil: Bernardo Frederes Krämer Alcalde

Direção artística: Fernando Cordella

Direção de comunicação: Caio Amon

Produção: Magali de Rossi

Arte gráfica e registros: Marcelo Freire

Produtora de conteúdo: EROICA conteúdo

Financiamento: Mecenas e apoiadores da Bach Society Brasil 




Ingressos

De R$ 45,00 até R$ 250,00

Vendas encerradas
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